segunda-feira, 4 de maio de 2015

Betti diz que antropólogo Roberto DaMatta o agrediu por causa de papel gay

Em um desabafo, Paulo Betti disse em sua conta do Facebook, no domingo (3), que foi agredido verbalmente pelo antropólogo Roberto DaMatta por ter interpretado o personagem homossexual Teo Pereira na novela "Império".
O ator disse que revelou a suposta agressão quando foi questionado, por uma ouvinte em um programa de rádio, sobre a repercussão de seu papel no folhetim de Aguinaldo Silva.
"Perguntado por uma ouvinte num programa da MPB FM se fui agredido por ter feito o personagem gay Teo Pereira, na novela Império, de Aguinaldo Silva, eu já me preparava para responder que não, tal a quantidade de carinho que recebo pelas ruas, quando me lembrei de um fato recente e não pude mentir pra ouvinte que me perguntou e para os ouvintes e disse no ar: fui agredido sim, verbalmente e com muita violência, pelo famoso sociólogo Roberto da Matta, professor e escritor, que na frente da própria esposa, me falou barbaridades contra personagens gays em novelas", escreveu.
Betti terminou o depoimento manifestando-se contra a homofobia: "Não direi as palavras pronunciadas em respeito aos meus amigos do Facebook, mas faço esse breve depoimento em nome da verdade e do respeito que os gays merecem. Contra a homofobia e sabendo mais sobre Roberto DaMatta". 
Em resposta a uma seguidora, que saiu em defesa do sociólogo e antropólogo, o ator lançou uma pergunta: "Por que pessoas extraordinárias não podem ser preconceituosas?".
 
Outra internauta criticou a atitude de Betti, de se manifestar publicamente em vez de recorrer à Justiça.  "Não acho que seja caso de processar, é apenas uma revelação de um comportamento. fiz o que achava que devia ter feito. só isso", escreveu.

Motoqueiro morre após acidente na Washington Luís

Motorista do carro, que colidiu com a moto, estaria embriagado, de acordo com testemunhas

Um motoqueiro morreu neste domingo, em acidente na Avenida Washington Luís, após colisão entre um carro com um poste e uma moto. As informações são da Rádio SulAmérica Trânsito.

Leia mais: Motoqueiro é executado após roubo de moto de luxo

O carro, que seguia no sentido do centro, bateu no poste e na motocicleta, e o motoqueiro morreu na hora, enquanto o garupa foi encaminhado para o Hospital Regional Sul.

De acordo com testemunhas, o motorista do carro apresentava sinais de embriaguez. Ele foi levado para o 101º Distrito Policial.

A faixa da direita continua bloqueada no sentido bairro.

SP: homem perde controle e bate em dois ônibus

Motorista apresentava sinais de embriaguez; ele ficou preso às ferragens, teve ferimentos graves e foi encaminhado ao PS da Santa Casa


Um homem de 28 anos com sinais de embriaguez perdeu o controle da direção na rua Carlos Vicari (continuação da av. Francisco Matarazzo), sentido Lapa, nesta segunda-feira.

O carro bateu em um ônibus intermunicipal, seguiu mais um pouco e bateu violentamente contra outro ônibus. 

O motorista do carro ficou preso às ferragens, teve ferimentos graves e foi encaminhado ao PS da Santa Casa. 

A faixa da esquerda ficou bloqueada nesta manhã e os veículos só serão removidos após a realização da perícia.

PM é exonerado após agredir mulher em entrada de banco

Policial agrediu a mulher, que chamou a Polícia Militar após não conseguir entrar em um banco, por causa da porta giratória. Exaltado, o PM atirou-a no chão. O caso ocorreu em agosto de 2014. O agente foi exonerado em outubro. 


Punição a Dudu deverá valer para Paulista de 2016

Antônio Carlos Meccia disse que atacante do Palmeiras deverá ser punido duramente por causa da agressão ao árbitro da final do Paulista

O procurador do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) da Federação Paulista de Futebol (FPF), Antônio Carlos Meccia acredita que o atacante Dudu, do Palmeiras, deverá ser punido duramente por causa da agressão ao árbitro Guilherme Cereta de Lima, que apitou a final do Campeonato Paulista, entre Santos e Palmeiras.

"Após ter sofrido um tranco do seu adversário, atingiu com o antebraço as costas do mesmo, quando a partida se encontrava paralisada. Ato contínuo, partiu em minha direção e desferiu um golpe de forma intencional com seu antebraço, atingindo minhas costas", escreveu Cereta na súmula do jogo.

Além da agressão, o árbitro também descreveu as ofensas proferidas pelo palmeirense. "Você é um safado, sem vergonha. Veio aqui roubar a gente, seu filho da p..., mau caráter, ladrão", escreveu Cereta, que acrescentou que Dudu precisou ser "contido pelos seus companheiros".

Caso vá a julgamento e seja punido pela agressão a Cereta, Dudu deverá cumprir a pena apenas no Estadual seguinte.

“Os atos praticados em um campeonato devem ser cumpridos no seguinte, a não ser em casos especiais. Esse é meu entendimento”, avalia Meccia, em entrevista à rádio Bradesco Esportes FM.

Petros foi denunciado pelo STJD e pegou gancho de 180 dias – pena mínima. Depois o jogador teve a suspensão reduzida para apenas três jogos. Até o fim, o meia não admitiu ter socado Claus intencionalmente.

sábado, 2 de maio de 2015

HISTORIAS DE TERROR

SANATORIO

Minha avó me contou quando eu era, mas novo que o antigo asilo da nossa cidade avia um doutor que gostava de fazer experiências com os internos, mas um dia eles se revoltaram e mataram toda a equipe do doutor e desapareceram com o corpo dele e se mataram depois de anos chegaram dois jovens na cidade e entraram na casa as almas tentavam falar com eles, mas eles tinha medo ate que deixaram os mortos diziam "nos ajudem, nos ajudem" eles se separam para ver se achavam o corpo e de repente o irmão dele se da de frente com ele e tenta o matá-lo e ele da um tiro de raspão no irmão dele e olha no porão e ver um balãozinho e quando ele abre o corpo do medico esta lá dentro de repente cutucam ele quando ele olha para trás ele ver o espírito do doutor que tenta o matar, mas ele da um tiro com uma arma apropriada para sumir com os espíritos e depois joga gasolina nos ossos do doutor e ele queima e todos os internos agora podem descansar em paz e alma do medico vai para as profundezas do inferno.

A CASA ISOLADA

Um dia numa viagem ao campo, as 23:00 da noite, a jovem Jaqueline e seu namorado Manuel viram uma casinha pequena isolada das outras, bem em cima de uma montanha, com uma luz acesa que iluminava o local inteiro, e barulhos de brigas, chicotes e alguns gritos. Eles resolveram passar bem perto da casa e viram sombras, como se tivesse alguém com um chicote na mão estuprando uma criança. O casal decidiu ir pra fazenda do seu amigo. No dia seguinte, perguntou quem eram os moradores daquela casa, o moço respondeu: Não mora ninguém naquela casa há 23 anos, uma jovem de 9 anos foi morta pelo seu avô, que logo depois se suicidou, as 23:05 da noite... Até hoje, moradores locais conseguem ver e escutar os gritos, começando as 22:55 e terminando as 23:05 da noite.

Empresa Assombrada PARTE 1


Quando Denis recebeu o telefonema da empresa de contabilidade onde tinha se candidatado à vaga de vigia noturno gritou de felicidade, após vários meses desempregado era tudo o que ele precisava.

No dia seguinte às sete da noite ele já estava em seu posto, seu turno era de doze horas que não seriam tão monótonas, pois tinha trazido um radio a pilha para escutar enquanto vigiava os monitores das câmeras de segurança.

“Aqui é a sala de monitores, você passa quase toda a noite sentado e olhando os monitores das salas. O quadro de chaves da empresa esta do lado da porta no caso de você precisar abrir alguma, todas tem etiqueta. A cada três horas faça uma ronda no pátio ao redor do muro para checar se esta tudo nos conformes. Na esquina do muro na parte de traz tem um relógio que você tem que bater ponto, só assim sabemos que você realmente fez a ronda.” – disse o vigia do dia explicando as regras do serviço.

Denis sentou-se na cadeira, ligou seu radio e fixou o olhar nos monitores. Algumas horas depois já com os olhos ardendo olhou para o relógio e realizou que já tinha passado alguns minutos do horário da ronda. Pegou sua lanterna e foi para o pátio e começou a andar ao redor do lugar, em um momento ele olhou para o prédio e viu o que parecia ser a silhueta de um homem no segundo andar olhando para ele.

“Quem está ai?” – gritou Denis correndo em direção ao prédio.

Ele correu para a sala de monitores e observando-os viu que não tinha ninguém em nenhum lugar do prédio. Seria sua mente pregando uma peça? Sentiu medo e solidão, estava de noite e não havia ninguém por perto e ele tinha certeza que viu alguém na janela então decidiu ir até o segundo andar para averiguar.

Quando ele saiu do elevador acendeu todas as luzes que pôde e começou a andar pelo lugar. A principio não ouviu nem viu nada. Continuou andando e notou que estava se aproximando da sala onde teria visto a pessoa, sacou a pistola por precaução, tentou abrir a porta, mas esta estava trancada. Pegou o molho de chaves quando escutou um barulho, a porta tinha aberto. Seu sangue gelou, mas ele foi em frente e entrou devagar, o rangido da porta fez seu corpo arrepiar de medo. Ele entrou na sala que estava vazia e escura, procurou o interruptor para ascender à luz, porém não encontrou.

Ele continuou andando na sala procurando algum vestígio da pessoa que vira alguns momentos atrás. Sem sucesso em sua busca ele ficou mais tranqüilo, pois tinha medo de ter problemas já no primeiro dia. Chegou perto da janela e olhou para o pátio vazio, novamente sentiu medo por estar só. Escutou um barulho de papel e quando se virou viu alguns papeis voando de uma das mesas.

“Deve ser o vento.” – pensou ele enquanto seu subconsciente lhe avisava de que não havia janelas abertas e não havia nenhuma corrente de ar. “Deve ser o vento.” – repetiu em voz alta.

Depois de voltar à sala de monitores, Denis colocou um pouco de café em sua xícara, aumentou o volume do rádio e voltou-se para os monitores, tudo calmo como era de se esperar.

“Desgraçado...” – gritou uma voz masculina no rádio com uma mistura de estática em meio a música fazendo o vigia saltar da cadeira.

A música continuou por alguns segundos.

“Você vai morrer e ninguém saberá.” – disse uma segunda voz.

A música continuou por mais alguns segundos e um som de disparo fez com que ele saltasse da cadeira outra vez. A música seguiu como se nada tivesse acontecido.

Já era uma hora da manhã e hora da próxima ronda. Denis não tirava as vozes que tinha ouvido no rádio da cabeça. Tentava enganar-se dizendo que tudo era fruto de sua imaginação, mas no fundo sabia que as vozes tinham sido reais. Com medo saiu para a ronda.

Depois de bater o ponto no relógio do muro voltou-se para o prédio e novamente viu a sombra no segundo andar. Desta vez não perguntou nada, ficou olhando a sombra e imaginando se alguma coisa estava criando aquela sombra, mas mal terminou de pensar e as luzes do prédio foram acendendo, sala por sala até que a sala onde a sombra estava se iluminou. Denis deu um grito de terror. A visão era terrível, um homem de terno cinza e camisa branca, com um furo na testa sangrando. O sangue escorria por seu rosto e molhava sua camisa. Andando para trás o vigia tropeçou no concreto que separava o asfalto da grama e caiu no chão, ao olhar novamente para o prédio se assustou vendo que estava novamente vazio e escuro.

Ele voltou ao seu posto e começou a observar o monitor da sala do segundo andar onde estava o suposto fantasma, mas a sala se encontra vazia. De repente a imagem desaparece e um sinal de estática toma conta da tela, em seguida uma nova imagem aparece, porém desta vez a imagem não é como a que vira antes.

Os móveis eram diferentes, mais antigos. Denis vê um homem abrindo um cofre e retirando uma pasta cheia de papeis, ele tinha certeza que este homem era o que vira na janela. O homem senta em uma das mesas e começa a ler os documentos. Um tempo depois outro homem entra na sala, pelos gestos que faziam dava para notar que estavam discutindo. O primeiro homem saca um revolver do bolso, a música do rádio novamente era interrompida e Denis escutou “Desgraçado”, que parecia ter sido dita pelo homem com a arma. O segundo homem da um salto para cima do primeiro e eles começam a lutar, depois de um tempo lutando o primeiro é desarmado. O segundo homem aponta a arma para seu oponente. Denis escuta “Você vai morrer e ninguém saberá” vindo do rádio e em seguida um disparo. Na tela, o atirador limpa a arma, a joga perto do corpo e sai da sala. O monitor volta a mostrar uma sala vazia e escura.

Continua...

menino atacado por espirito de um amigo