domingo, 5 de abril de 2015

Quarto de bebê azul para menina

Com estampas miúdas e detalhes delicados, a cor oficial dos garotos pode ser uma boa opção para um quarto feminino bem original


Quando se pensa em quarto de bebê para menina, logo nos vem à mente os tradicionais tons de rosa, lilás, pink e até os mais ousados, como roxo e vermelho. Tem quem queira sair do convencional, apostando numa paleta unissex, que inclui o verde-alface, passa pelo bege e chega ao amarelo, sempre misturado com branco. Agora, quarto de menina azul é para quem quer mesmo ser original.
Desejo da mãe!
O desafio foi lançado às arquitetas Alessandra Amaral e Bianca Assuf, do escritório BEA Arquitetura, do Rio de Janeiro. Quando a mãe da pequena Giulia as procurou, conversaram logo de início sobre qual era a sua cor favorita. E ela disparou: “Azul”! Em seguida, a própria mamãe ficou cheia de dúvidas se deveria mesmo fazer o quarto da sua bebê, que estava para chegar, na cor oficial dos garotos. Mas a dupla de arquitetas adorou a ideia e propôs o tom para toda a decoração.
Flores e poás

A questão seria apenas como deixar bem claro que ali é o quarto de uma princesinha. “Apesar de ser a sua cor preferida, a mãe da Giulia teve receio de que o quarto ficasse masculino e de que fosse receber críticas. Mas, depois, com muita conversa, conseguimos mostrar que não havia motivo para preocupação. Ao contrário, demos garantia de que ela receberia, sim, elogios!”, conta Alessandra. No cômodo de 10m², o azul de fato predomina, mas também aparece de forma muito delicada nos tecidos de estampas miúdas.
Os poás revestem apenas de um lado o biombo usado para criar um hall de entrada e deixar o bercinho resguardado.
Detalhes de menina
floridinho liberty e os poás brancos foram empregados no enxoval do berço, em pufes, no trocador e no forro de cestas de fibras naturais. Nas paredes, há ainda uma moldura branca seguida de placas de gesso acartonado em azul, na área do berço. Para o piso, apenas o tradicional vinil branco, uma opção prática, já que é de fácil higiene e ainda amortece os primeiros tombinhos do bebê.
Solução de efeito
No mobiliário, a estante foi a que mereceu maior cuidado. Ela já existia no local e, no apartamento alugado, poderia ser apenas adaptada às necessidades da Giulia. Assim, as roupinhas da menina foram colocadas nas extremidades do móvel, fechadas por cortininhas, fazendo as vezes de armário.
E, no cantinho de amamentação, perto da janela, o pendente bolinha garante a luz ideal, dispensando um abajur sobre a mesa de apoio, que ficou liberada para acomodar chupetas, um copo d´água e tudo mais que a mamãe precisa ter à mão ao dar de mamar.
O floridinho liberty ainda marca presença na faixa de parede próxima ao teto e, como uma continuação, também no forro do cortineiro.

Confira 10 detalhes preciosos que você precisa saber antes de o bebê nascer

Antes do bebê nascer, precisamos nos informar sobre uma porção de detalhes que costuma fazer a diferença nos primeiros meses após o nascimento. Planejamento é fundamental para harmonia e saúde da família, pois ajuda a aliviar a ansiedade diante de imprevistos e surpresas, especialmente para os pais de primeira viagem. Confira aqui as principais dúvidas mais comuns no período que antecede o parto. As respostas são do pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, autor do livroSeu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses (MG Editores).
1. É bom procurar um pediatra antes de o bebê nascer? 
É de extrema valia uma consulta ao pediatra antes do parto. É um profissional que fornecerá informações importantes, além de transmitir aos pais maior segurança nos cuidados com o bebê, principalmente nos primeiros dias de vida, e poderá orientar sobre produtos adequados para o recém-nascido. Além disso, o neném deve ser avaliado pelo pediatra até completar 15 dias de vida – ou mesmo antes.
2. Posso colocar o bebê em nosso quarto ou é melhor acomodá-lo em seu quarto?
Quando o bebê chega da maternidade, ainda está muito dependente dos pais, especialmente da mãe, e necessita de cuidados constantes. Por isso, aconselha-se deixar o neném no carrinho ao lado da cama dos pais devido à comodidade durante esse período de frequente cuidados. Passados os 30 primeiros dias, é recomendável que o bebê inicie a independência e passe a dormir no próprio quarto, onde ele viverá seus próximos anos e firmará seus conceitos de posse e privacidade.
3. Quanto tempo depois do parto posso sair com o bebê? Que ambientes devo evitar e até quando?
Não é recomendável que o bebê saia de casa antes de completar um mês de vida, pois ele se encontra com a resistência ainda muito baixa em relação a uma série de germes, o que favorece o aparecimento de algumas doenças. Após um mês de vida, já se pode dar pequenos passeios em locais próximos de casa, como jardins e espaços abertos. Deve-se evitar locais com aglomeração de pessoas.
4. Devo receber visitas logo após o parto?
Geralmente, os pais não conseguem evitar totalmente as visitas, mas é preciso controlá-las. O bebê deve ficar em seu berço; as visitas, na sala. Se a visita insistir em conhecer o bebê, deve fazê-lo a distância, sem ruídos excessivos. Não se pode esquecer de que o recém-nascido ainda não tem proteção contra uma série de infecções, além de se excitar com ruídos excessivos e de estranhos.
5. É bom contratar uma babá para cuidar do bebê assim que eu sair do hospital?
Se as condições financeiras permitem, a contratação de alguém que possa auxiliar nos cuidados iniciais com o bebê pode ser útil. É importante ter uma pessoa que ajude, mas que não substitua os pais. Se a mãe estiver muito cansada, por exemplo, não há problema em deixar que a pessoa dê banho no bebê nessa ocasião. No entanto, a relação com o bebê não deve ser intermediada por quem quer que seja.
6. As mães devem se preparar para a amamentação?
Assim como qualquer outro processo da vida, como falar e andar, a amamentação requer aprendizado. A Organização Mundial de Saúde estabelece que o aleitamento materno deve ser a única fonte de alimento para o bebê do nascimento aos 6 meses de vida. Porém, existem casos em que isso não é possível. Cabe ao pediatra e aos pais estabelecer estratégias apropriadas para uma boa nutrição do bebê, tentando sempre que possível manter a amamentação e complementar com leite artificial, por exemplo.
7. Ouvi falar que as cólicas nos bebês são terríveis. É verdade?
As cólicas costumam acometer os bebês do nascimento até os 3 meses de vida. É mais comum naqueles que se alimentam de leite artificial, em comparação com os que só ingerem leite materno. Ocorrem devido à imaturidade do sistema digestivo do bebê, que provoca ondas de contrações intestinais em vários sentidos e gera dores, que podem ser leves ou intensas.
8. Será que o meu bebê vai dormir bem?
O número de horas que um bebê precisa dormir diariamente é variável e depende da idade. Em média, um bebê dorme praticamente todo o dia logo ao nascer e, a 1 ano, chega a dormir 12 horas por dia. Há fatores que influenciam o sono, como doenças, fome, excesso de estímulos (que diminuem as horas de sono) e quantidade de novas informações recebidas (aprendizado). Além disso, devido à dependência física e emocional que os bebês têm em relação aos adultos, em especial às mães, os bebês são bem sensíveis às variações do ambiente. Tensão, preocupação, angústia ou insegurança dos pais se transferem para o bebê, que reage com choro intenso, cólicas e insônia, entre outros comportamentos.
9. Se eu amamentar, poderei tomar algum medicamento?
Estudos têm comprovado que praticamente todos os medicamentos são transferidos para o bebê, em maior ou menor quantidade, pelo leite materno. Portanto, devem ser evitados. No entanto, nem todos são tóxicos. É importante perguntar ao pediatra e ginecologista se algum medicamento que a mãe pretende tomar pode prejudicar o bebê.
10. Posso amamentar ao longo do dia e, antes de o bebê dormir, dar uma mamadeira de leite artificial?
Esse é um procedimento bem usado por mães que se sentem cansadas demais, sobretudo no fim do dia. Deve, porém, ser evitado, pois é mais fácil para o bebê tomar leite na mamadeira do que mamar no peito. Assim, alimentado com mamadeira, mesmo que só uma vez por dia, o neném corre o risco de abandonar a amamentação, exatamente pelo fato de que é mais fácil sugar a mamadeira do que o seio. O bebê geralmente se acostuma à produção de leite da mãe – e a produção de leite da mãe se adapta às mamadas dele. Logo, essa dupla (mãe/bebê) entrará num ritmo mais confortável para ambos.

Médicos alertam sobre venda de leite materno; prática é proibida no Brasil


Prática comum nos Estados Unidos e no Reino Unido, a venda de leite materno na internet apresenta riscos graves para a saúde infantil e precisa de urgente regulamentação. É o que defendem médicos em um editorial publicado no periódico britânico "British Medical Journal".
Diferente do que acontece no Brasil, os bancos de leite desses países comercializam o leite e, no comércio on-line, é possível encontrar preços mais baixos. Nas instituições regulamentadas, é preciso desembolsar até US$ 4 por 30 ml do alimento.
As mães que vendem o leite na internet conseguem oferecê-lo a custo mais baixo, pois não gastam com processos de pasteurização e testes para verificar se o alimento está livre de contaminação.
Como não há nenhuma garantia com relação à coleta, ao armazenamento e ao transporte, que podem resultar em contaminação, os especialistas defendem que esse comércio seja regulamentado.
Para ser seguro para o consumo, todo leite materno deve ser pasteurizado e passar por uma série de testes para verificar a presença de vírus e bactérias que transmitem doenças, como hepatite B e C, HIV e sífilis.
No editorial do periódico, os especialistas citam diversos estudos. Um deles analisou 101 amostras de leite comprados on-line, sendo que apenas nove não apresentaram bactérias. Outra pesquisa revelou que 25% das amostras de leite foram entregues com mau acondicionamento, descongelado e contaminado.

Venda de leite é proibida no Brasil

De acordo com a legislação vigente no Brasil, o leite materno não pode ser comercializado, portanto, a doação do alimento aos bancos de leite é totalmente altruísta.

"Os bancos entregam leite pasteurizado, prioritariamente, para bebês prematuros com baixo peso ao nascer ou com alguma patologia que faz com que não tenham capacidade inicial de sugar", explica Danielle Aparecida da Silva, gerente do Banco de Leite Humano do  Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz.
"O modelo brasileiro incentiva a promoção, a proteção e o apoio ao aleitamento materno. Já o modelo americano acaba incentivando que as mães parem de amamentar seus próprios filhos para fazer do leite uma fonte de renda ", afirma Danielle.
Para doar o leite materno, as mães brasileiras passam por uma triagem sorológica para evitar qualquer tipo de contaminação. Depois disso, elas são orientadas sobre como o leite deve ser coletado. "A mãe deve prender os cabelos, limpar bem as mãos, passar água na mama e fazer a coleta. Na sequência, deve colocar o leite em um pote de vidro esterilizado e fechá-lo com uma tampa de plástico, com dia e horário em que a coleta foi feita, e congelar imediatamente", diz a gerente do Banco de Leite Humano.
Além de não existir uma exigência mínima ou máxima de quantidade de leite para ser doado, o próprio banco cuida da retirada, uma vez por semana, do alimento, que será pasteurizado e fornecido para os bebês que necessitam.
Danielle diz ainda que, no país, os bancos de leite têm funções que vão além do fornecimento do alimento, pois funcionam como uma casa de apoio ao aleitamento materno. "Atualmente, o Brasil conta com mais de 200 bancos de leite, que também esclarecem as dúvidas das mães sobre como estimular a lactação, verificar se a criança está pegando o seio corretamente e evitar que o leite comece a empedrar", afirma Danielle.

Dicas que ajudam a prolongar cor dos fios tingidos

Sol em excesso, piscina, mar e lavagens diárias são prejudiciais aos cabelos tingidos. Os fios desbotam facilmente, mudam de cor e sofrem reações químicas por conta do excesso de sal e cloro, além de ressecarem muito mais, entre outros danos. Resultado: ficam desvitalizados e desidratados, o que não favorece a cor nem o reflexo do brilho.

Para amenizar esses danos, já que ninguém deixa de tingir os fios só porque é verão, UOL Belezaconversou com três coloristas tarimbados: Eron Araújo, proprietário do salão Blend (SP), Rodrigo Siqueira, profissional do Square Hair & Care (SP), e Daniel Fortunato, embaixador da Koleston e cabeleireiro do salão Patrick Melville Salon, de Nova York.

A seguir, eles contam todos os truques para prolongar a cor dos cabelos durante a temporada de calor e prevenir o desbotamento de cada tipo de coloração.

Loiros
Ponto fraco: o contato regular com o cloro deixa os fios claros esverdeados. Isso acontece porque elementos químicos, presentes na água com cloro, se oxidam e provocam o efeito. Junte a isso o fato de o cabelo estar muito seco, aí tudo o que tiver contato com o fio será absorvido como uma esponja. E tem mais: cabelos mais dourados podem ficar num tom pastel, sem vida e sem brilho. Se for um loiro mais acinzentado, ele tende a ficar amarelado, comprometendo o visual.
Como prolongar a cor: "Umedeça bem o cabelo antes de entrar na piscina com água pura, se o cabelo já estiver úmido não irá absorver tanto o cloro da água, pois há um limite de absorção. Para redobrar o cuidado, prenda os fios e use uma touca de natação, na piscina", aconselha Daniel Fortunato. Outra dica é usar um xampu antirresíduo, uma vez por semana, depois da piscina ou banho de mar, para remover vestígios de cloro e sal.
Como prevenir o desbotamento: aposte em xampus e condicionadores com cristais de mirra, pois eles deixam os fios loiros mais reluzentes. Use xampus e condicionadores específicos para cabelos loiros e um condicionador leave-in para manter a hidratação. "O xampu desamarelador é ótimo para manter o tom do cabelo com brilho", afirma Rodrigo Siqueira, do Square Hair & Care. 
Ruivos
Ponto fraco: os fios vermelhos são os que mais desbotam no verão. "Os raios ultravioletas têm função parecida com a de um descolorante, porém mais suave, o que provoca o desbotamento do fio. Então, depois da exposição solar, quando a mulher ruiva lava o cabelo, o fio desbota mesmo", diz Daniel Fortunato. Por isso, tendem a ficar com um aspecto alaranjado, o que, segundo Eron, não chega a comprometer. "No verão, o fio ruivo perde o brilho por causa do desbotamento excessivo, mas não é feio, apenas se torna uma cor mais fria."
Como prevenir o desbotamento: óleos com base de silicone podem ser grandes aliados, pois o produto fecha as cutículas do cabelo, colaborando para que os raios ultravioletas não penetrem no fio. "O uso de um leave-in antes de se expor ao sol é uma ótima opção para manter a cor viva, assim como um bom protetor solar capilar", diz Rodrigo Siqueira.
Como prolongar a cor: Aposte em xampus específicos para cabelos ruivos; eles ajudam a manter o pigmento vermelho com muito mais brilho. E, na medida do possível, evite lavar os cabelos todos os dias, salvo os fios que são muito oleosos.
Castanhos
Ponto fraco: no verão, essa cor tende a ficar com um tom de chocolate, o que visualmente parece um cabelo "queimado". Outro desastre comum, para quem tinge os fios de marrom, é que, com a exposição excessiva ao sol, o desbotamento pode deixar os fios avermelhados de forma irregular, o que dá uma impressão de cabelo mal cuidado.
Como prevenir o desbotamento: "Uma dica poderosa para quem tem os fios castanhos, é ter sempre em mãos, na praia ou piscina, um borrifador com uma mistura de água de coco, suco de babosa e óleo de abacate. Quando o cabelo começar a ficar com muito frizz e ressecado, basta aplicar a receitinha, que vai ajudar a hidratar os fios", indica Daniel Fortunato. Suco de babosa e óleo de abacate são vendidos em lojas de produtos naturais.
Como prolongar a cor: "Depois de lavar os cabelos, dê um jato de água fria nos fios. Com isso você cria um choque térmico na cutícula e ajuda a fixar o pigmento da cor", ensina Eron.
Pretos
Ponto fraco: Assim como os castanhos, os cabelos pretos desbotam no verão e tendem a ficar avermelhados, de forma irregular, mas cada cabelo tem um tipo de reação. Outro aspecto comum é perder o brilho com muita facilidade.
Como prevenir o desbotamento: "O pigmento preto é o mais forte, por isso só um leave-in condicionante já ajuda na proteção da cor dos fios pretos, de maneira que eles não desbotem tão facilmente ou fiquem avermelhados", sugere Daniel Fortunato. 
Como prolongar a cor por mais tempo: aposte em xampus específicos para cabelos escuros. Para manter os fios hidratados, a dica é investir em xampu sem sal e hidratante. "O uso de xampu e condicionador para brilho também deixa os cabelos saudáveis e mantém a cor viva por mais tempo. Sugiro ainda o uso de máscara uma vez por semana para manter os cabelos hidratados", recomenda Rodrigo Siqueira.
Cuidados básicos
As dicas a seguir são válidas para os cabelos de todas cores:
- Se você tem o hábito de secar os cabelos com secador, aplique sempre um protetor térmico. "Mas a dica de ouro fica por conta de deixar os fios secarem naturalmente, além de mais prático, o efeito visual é a cara do verão", sugere Eron Araújo, do Blend.
- Abuse dos finalizadores com proteção de cor e, quando os cabelos estiverem muito secos, aplique um sérum específico para cabelos tingidos. 
- Na hora de lavar os cabelos, opte por xampus próprios para cabelos coloridos, porque eles têm um pH mais baixo, esses produtos são mais ácidos e não têm ação adstringente, o que evita o desbotamento da cor.
- Para acabar de uma vez por todas com esses problemas do verão, nunca lave os cabelos com água muito quente, ela favorece o ressecamento assim como o desbotamento da cor.

- Abuse dos kits pós-coloração, eles são fundamentais para prolongar o efeito da tintura. Geralmente, eles têm efeito de hidratação e renovação da cor.

Truques caseiros para dar brilho ao cabelo

Aprenda duas receitas simples de pré-shampoo e enxágue para os fios


As receitas caseiras são alternativas simples e baratas para cuidar da beleza. A  dermatologista Juliana Neiva e a nutricionista Carolina Ribeiro, autoras  do livro "Guia prático da beleza por dentro e por fora" (Editora Fontanar), ensinam dois truques para os cabelos que vão deixá-los ainda mais fortes, bonitos e com brilho.

Cuidados caseiros com os cabelos



Pré-shampoo

Ingredientes: 2 colheres de sopa de azeite extravirgem, 2 colheres de sopa de óleo de jojoba ou de coco, 6 gotas de óleo essencial de semente de uva.
Modo de preparo: coloque o azeite extravirgem em um recipiente redondo, adicione o óleo de jojoba ou de coco, misture bem e acrescente o óleo essencial de semente de uva. Separe o cabelo em 4 a 6 partes e aplique a mistura massageando a cada mecha. Em seguida, coloque uma toalha úmida ou uma touca de banho e deixe por 30 minutos. Retire com água morna e lave o cabelo normalmente com o shampoo de sua preferência.
Para fazer o último enxágue, use uma mistura de 1 litro de água, preferencialmente fria, e 3 colheres de sopa de vinagre de maçã. A dica é para deixar os cabelos com mais brilho



Veja como se livrar das pontas duplas sem apelar para a tesoura


  • Exposição ao sol e uso de chapinha e secador colaboram para o surgimento das pontas duplas
Com o verão chegando ao fim, é comum dormir com o cabelo de um jeito e acordar de outro, cheio de pontas duplas. Por trás desta 'ressaca' podem estar a maior exposição ao sol, mar e piscina nos últimos meses e a falta de uso de um bom leave-in com filtro solar ou de um produto termoativado na hora de usar o secador ou a chapinha. Deixar de fazer reconstrução nos fios há mais de três meses ou não cortar as pontas também são fatores que colaboram para a bifurcação dos fios. "Esses são os principais responsáveis pelo aparecimento de pontas duplas, mas, o Carnaval, por exemplo, ainda traz outros complicadores, como o abuso dos sprays coloridos, do secador e do babyliss para criar penteados diferentes e divertidos, além de acessórios para manter os fios presos. Tudo isso maltrata demais o cabelo", afirma a cabeleireira Sonia Nesi, do Studio Sonia Nesi, no Rio de Janeiro.  
Porém, como agora não adianta chorar com o aspecto poroso dos fios, o jeito é contra-atacar com soluções rápidas. Vale usar reparador de pontas, óleo finalizador ou leave-in, pois todos 'colam' um fio no outro e ainda dão brilho e hidratam. "O único porém é que o efeito dura até a próxima lavagem. De qualquer forma, é uma boa pedida para prevenir o ressecamento e, consequentemente, as pontas duplas", diz o cabeleireiro Rodrigo Cintra, do Studio W Iguatemi, em São Paulo.
Coisa de profissional
Se você não quer se iludir, então, corra para um salão de beleza. Alguns já estão equipados com o split-ender pro, um aparelho desenvolvido especialmente para aparar as pontas duplas sem alterar o comprimento e que reduz pela metade o tempo de cadeira do corte bordado, técnica manual em que o cabeleireiro precisa enrolar mecha por mecha no dedo e mantê-la bem esticada para visualizar as pontinhas que ficam saltadas e eliminá-las com a tesoura. "O aparelho faz a mesma coisa, só que com mais precisão, uniformidade e agilidade. Para ter uma ideia, um cabelo longo com pontas duplas pode levar até duras horas e meia para ser corrigido com o corte bordado e cerca de 25 minutos com o split-ender pro", compara o cabeleireiro Sérgio G., do Hi Salão, em São Paulo.
Segundo o profissional, assim que você faz a limpeza das pontas já dá para perceber o toque macio e a ausência de frizz – por isso, muitas mulheres confundem e acham que o aparelho hidrata –, mas isso não é motivo para recorrer sempre à técnica. "É preciso dar um intervalo mínimo de 60 dias. Caso contrário, o cabelo vai afinando e o corte muda. Como o aparelho não trata o fio, as bifurcações que surgirem por conta do ressecamento, por exemplo, aparecerão novamente", completa Sérgio G. O cabeleireiro Rodrigo Cinta faz o mesmo alerta e completa: "Para quem está deixando o cabelo crescer, o ideal é cortar um centímetro a cada quatro meses e, neste intervalo, usar o split-ender pro a cada dois meses, no mínimo". Se ficou interessada, saiba que o procedimento custa, em média, R$ 200 e pode ser feito em qualquer tipo de cabelo, inclusive no cacheado, só que nesse caso é necessário escová-lo antes.

Saiba a diferença entre as máscaras de cabelo e qual delas os seus fios realmente precisam

Sabe aquela máscara que a sua amiga achou incrível e não teve o mesmo efeito no seu cabelo? O motivo é simples: o seu cabelo não é igual ao dela. 

“Cada fio precisa de um tratamento especifico e cada máscara oferece um tratamento diferente. É importante ler os rótulos para entender o que cada produto oferece. Usar um hidratante que não é necessário pode danificar os fios”, alerta o cabeleireiro Alisson Lima, do Instituto Embelleze.

Segundo o profissional, que também é terapeuta capilar, a melhor forma de identificar sozinha o que seu cabelo precisa é avaliando os processos químicos pelos os quais o fio já passou. "Se o cabelo tiver alisamento ou descoloração, certamente ele precisará de uma reconstrução, já que a química utilizada é muito forte", resume. "Porém, se ele for natural, vai precisar apenas de uma hidratação”.

Entenda as diferenças entre os tratamentos:
1. HIDRATAÇÃO
É recomendada para cabelos que não possuem processo químico. 

Segundo o cabeleireiro, o ideal é que esse tratamento seja feito uma vez por semana em casa. “Mesmo que o cabelo seja natural, sem química, ele precisa ser hidratado. Uma dica é sempre procurar produtos com óleo de argan, aloe vera e minerais", recomenda.

2. NUTRIÇÃO
A máscara nutritiva é indicada para cabelos com colorações ou cacheados. 

Esse tipo de máscara ajuda a repor os lipídios presentes no cabelo, que ajudam a manter a oleosidade natural e a impermeabilizar os fios. “A máscara nutritiva também é muito indicada para cabelos cacheados, já que as ondas do cabelo dificultam que a oleosidade do couro cabeludo chegue até todo o comprimento”, explica. 

Para nutrir os fios é indicado procurar produtos que tenham óleo de amêndoas, manteiga de karité, aminoácidos, proteína da seda ou óleo de argan na fórmula.

3. RECONSTRUÇÃO
Quando o cabelo passa por um processo químico muito forte, como alisamento, permanente ou descoloração, ele precisa de um tratamento reconstrutor. 

"Se os fios estão muito frágeis e quebradiços é sinal de que o cabelo precisa ser reconstruído. O produto irá tratar as camadas externas, devolver o brilho, maciez e o balanço natural", comenta Lima. O cabeleireiro recomenda que o primeiro tratamento de reconstrução seja feito no salão e que continue em casa. 

Segundo ele, é possível ver as mudanças logo na primeira aplicação, pois os fios ficam mais fortes e resistentes. "Na hora de comprar a máscara reconstrutora, recomenda-se produtos que possuam proteínas, ceramidas, arginina, soja e complexo de queratinas em sua composição."